Tom: C
No que eu tô longe eu tô perto
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Se eu não tiver quando eu do fim eu estou sempre aqui com o olho aberto
C
A civilização se tornou tão complicada
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Que se tornou frágil como um computador
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Que se uma criança descobrir o calcanhar de aquiles com um só palito para o motor
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Tem gente que passa a vida inteira
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Travando a inútil luta com os galhos
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Sem saber que é lá no tronco que tá o curinga do baralho
C
Quando eu compus fiz ouro de tolo
F
Uns imbecis me chamaram de profeta do apocalipse
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Mas eles só vão entender o que eu falei no esperado dia do eclipse
C
Acredite que eu não tenho nada a ver
F
Copm a linha evolutiva da música popular brasileira
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A única linha que eu conheço é a linha de impinar uma bandeira
C
Eu já passei por todas as religiões
F
Filosofias, políticas e lutas
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Aos onze anos de idade eu já desconfiava da verdade absoluta
C F
Raul Seixas e Raulzito sempre foram o mesmo homem
G
Mas pra aprender o jogo dos ratos
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Transou com Deus e com o lobisomem.